Transtorno do desenvolvimento na terapia: como fazer?


Há algum tempo uma psicóloga me procurou querendo uma supervisão de um caso que ela começaria a atender na terapia. Era um caso bem interessante, mas também muito difícil à primeira vista. Se tratava de uma criança com suspeita de transtorno do neurodesenvolvimento. A criança tinha 10 anos, estava com dificuldade em acompanhar a turma, era agitada, muito ingênua e tinha dificuldades na vida diária, um perfil bem característico de alguns quadros de transtorno do neurodesenvolvimento. Ela me procurou, pois não sabia o que fazer na terapia, e você, saberia o que fazer? Conseguiria identificar pelo menos por onde começar?

Na terapia trabalhamos com pessoas que passam por dificuldades no enfrentamento de adversidades ou que estão passando por algum tipo de sofrimento psicológico, não é mesmo? Pois bem, na primeira sessão com os pais, quando eles estão te contando a demanda da terapia, você se pergunta o que pode estar causando essas dificuldades? Espero que sim, pois esse é um passo fundamental para desenvolver intervenções adequadas à demanda da criança. Mas por que é tão importante se fazer essa pergunta? Porque nem sempre a criança chega com algum diagnóstico, mas a chance de ela ter alguma coisa é grande, simplesmente porque nosso foco de trabalho corresponde aos principais sintomas associados aos transtornos do neuresenvolvimento: baixa autoestima, agressividade, problemas de comportamento, bulying entre outros. Não significa que toda criança com demanda para terapia tem algum transtorno, mas sim que a probabilidade é alta.

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https://www.pearsonclinical.com.br/blog/transtorno-do-desenvolvimento-na-terapia-como-fazer/


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