Diagnóstico: fazer ou não fazer, eis a questão

Qual a função do diagnóstico dos transtornos de aprendizagem? Há quem diga que ao diagnosticar as crianças “o estigma da doença faz uma segunda exclusão dos já excluídos – social, afetiva e educacionalmente”¹. Assim, enquadrar estes alunos acabaria por segregá-los. Mas há vantagens em categorizar? Imagine se as aulas não fossem categorizadas por disciplinas e no meio de uma equação algébrica encontrássemos as regras ortográficas?! Quanto tempo perderíamos no processo de aprendizagem, não é mesmo?

“Uma vez classificadas como “doentes”, as pessoas tornam-se “pacientes” e consequentemente “consumidoras” de tratamentos, terapias e medicamentos, que transformam o seu próprio corpo no alvo dos problemas que, na lógica medicalizante, deverão ser sanados individualmente.”¹

A lógica é exatamente o contrário do que se propõe. Vejam bem, se eu tenho um grupo de crianças que se parecem (estou dizendo se parecem, não que são iguais!) em seu processo de aprendizagem, significa que podemos pensar em práticas pedagógicas mais adequadas para aquele grupo de alunos....

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